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Morada:
Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa (CEAUL)
Alameda da Universidade - Faculdade de Letras
1600-214 Lisboa
Portugal

Horário de atendimento:
2ª a 6ª-feira,

10h00 às 17h00

Email:
centro.ang@letras.ulisboa.pt 

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Telefone:
(00351) 21 792 00 92

 

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Calendário "Representations of Home Open Seminar"

Data: 24 Março - 30 Maio 2014
Organização
: CEAUL
Local
: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

 

RHOSE 1 – Ubuntu em Portugal

24 Março, 14h00-16h00, sala 4

Eugénia Costa & Carolina Tomaz

 

RHOSE 2 – Portuguese at Home in North America?

 7 Maio, 18h00-20h00, sala 7.1


Teresa Cid

Em casa na fotografia do New Deal? Notas sobre algumas fotografias de luso-americanos

Uma leitura contextualizada de um par de fotografias de lares luso-americanos (e luso-americanos no lar) pertencentes ao acervo do projecto documental do New Deal servirá de ponto de partida para uma discussão sobre aspectos ligados a representação de imigração, etnicidade, classe, propósitos individuais e colectivos, e também cultura material.


Emily Ashby

O Espírito Santo atravessa o oceano: (Re)interpretações de tradições açorianas salientes do Novo Mundo

O que é que um povo imigrante considera importante sobre a sua cultura, e como é que se adapta ao seu novo lar? Este trabalho explora a literatura, os ritos religiosos e as tradições comunitárias trazidas para a América do Norte por imigrantes açorianos do século XX, e o modo como a encenação das mesmas foi moldada pelo novo país. Será dada especial atenção às tradições que sobreviveram à translocação e às suas marcas de uma “açorianidade” particular, à relação que gerações sucessivas têm com estas práticas frequentemente distorcidas e ao modo como são uma lente através da qual descendentes açorianos e membros da comunidade não açorianos percebem um arquipélago com o qual têm uma ligação ténue.

 

RHOSE 3 – Identity Is a Slippery Fish

 23 Maio, 10h00-12h00, Anf. III


Zuzanna Sanches

“Identity is a Slippery Fish”: em busca do lar perdido

Este seminário tomará como ponto de partida o último romance da Elizabeth Bowen intitulado Eva Trout or Changing Scenes (1968). Eva Trout é um símbolo de busca de lar enquanto explora os diferentes territórios de pertença emocional e espacial. A viver numa escola com internato, a mudar de um hotel para outro e, finalmente, a alugar uma casa em Kent, Eva vai projectando a sua fantasia e a necessidade primária de pertencer aos diferentes espaços físicos e às famílias adoptivas. Para Eva viver significa estar sem-abrigo que por sua vez é como “um baralho de cartas”; no entanto, a diáspora dá sentido à vida de Eva. Neste seminário analisaremos as diferenças entre as representações estáticas e dinâmicas de lar e de pertença enquanto o nosso enfoque crítico incidirá sobre o romance e também sobre as ferramentas psicanalíticas que nos ajudarão a analisar a importância e a credibilidade da ideia de lar.


Mary Fowke

Immigration, Migration and a Yaffle of Fish: if appropriate, Home and (Inner) Conflict

“Home is peace and haven, the end of expectation. ... To finally rid myself of that limbo of longing, I will set out to find home in this book”. This seminar will take a close look at Lawrence O’Toole's Heart’s Longing: Newfoundland, New York and the Distance Between (1994), a Canadian memoir which explores the subject of inner conflict as experienced through emigration. We will look at attachment and belonging and how these relate to age and time as well as to place and people, both through Lawrence O’Toole’s memoir and those of other emigrants who write about psychological states and dislocation.

 

RHOSE 4 – There Are no Daffodils in Canada

30 Maio, 12h00-14h00 – Cave E


Marijke Boucherie e Sara Henriques

Não há narcisos aqui: Jane Urquhart e o sentido de lugar na vida e na literatura

A romancista Jane Urquhart é conhecida pelo modo peculiar como consegue evocar paisagens naturais e humanas que ligam as personagens ao “seu” lugar, o sítio da sua mais íntima identidade. Chegadas a um novo país - o Canadá e, em Urquhart, sobretudo o Oeste de Ontário - as personagens são confrontadas com o desafio de construir um novo sentido de si com imagens e referentes do passado que não servem para identificar nem a realidade nova nem as emoções que evocam. Em Urquhart trata-se pois de encontrar uma nova maneira de falar, usando tradições ancoradas na tradição inglesa agora obrigadas a emigrar para formas novas.

 
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